Portugal disponível para colaborar com a Rússia na organização do Mundial
Emídio Guerreiro, secretário de Estado do Desporto e da Juventude, assegurou que Portugal está «disponível» para colaborar com as autoridades russas na organização do Mundial de 2018, lembrando que existe desde 2009 um protocolo assinado com a federação de futebol daquele país.
As declarações do Secretário de Estado foram proferidas durante um seminário sobre oportunidades de negócio na Rússia por ocasião do Mundial-2018, que decorreu no auditório da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), em Lisboa, e que contou com a presença de uma delegação do comité regional para a organização da prova em Nijniy Novgorod.
As declarações do Secretário de Estado foram proferidas durante um seminário sobre oportunidades de negócio na Rússia por ocasião do Mundial-2018, que decorreu no auditório da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), em Lisboa, e que contou com a presença de uma delegação do comité regional para a organização da prova em Nijniy Novgorod.
«Estamos disponíveis para colaborar com a Rússia na organização do Mundial. A este propósito quero lembrar o acordo de cooperação que temos em vigor com a assinatura de um memorando de entendimento entre Portugal e a federação russa desde 2009. Temos um instrumento de cooperação, temos vontade de um Governo, temos uma estratégia nacional para esta área, temos empresas com conhecimento e capacidade, temos trabalho feito e exemplar. Só resta deitar mãos à obra e estabelecer acordos comerciais. Nós cá estaremos para apoiar no necessário e possível», afirmou Emídio Guerreiro.
Para o secretário de Estado, Portugal tem dado inúmeras provas de excelência na organização de eventos desportivos ao longo dos anos, dando os exemplos do Euro-2004 e da final da Liga dos Campeões deste ano.
«A qualidade e competência das empresas nacionais, apenas no segmento do futebol, estão bem disseminadas pelo mundo. Seja na recente construção de estádios no Mundial de 2014, no Brasil, seja na construção de estádios na Argélia, por exemplo, muitas foram as empresas nacionais que equiparam e prestaram serviços no âmbito dos Jogos Olímpicos e dos Jogos Paralímpicos de 2012, em Londres. Houve e continua a haver cada vez mais mão portuguesa nos resultados alcançados. Os serviços e produtos que podemos oferecer são vastos e mundialmente reconhecidos», argumentou.
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