«O que passou em nada beneficia o futebol» - Domingos Paciência
O treinador do V. Setúbal não escondeu o desagrado com a arbitragem da partida frente ao Paços de Ferreira.
«Antes de mais quero dar os parabéns aos jogadores do Paços e enaltecer o fair-play que eles tiveram. São honestos. Havia nos meus jogadores um sentimento de frustração ao ouvir colegas de profissão dizer que o Vitória tinha razão, a pedir desculpa, que o Paços não teve culpa do que aconteceu. Tiveram um ato de fair-play para com os colegas de profissão», introduziu Domingos Paciência, enaltecendo o comportamento da sua equipa:
«Antes de mais quero dar os parabéns aos jogadores do Paços e enaltecer o fair-play que eles tiveram. São honestos. Havia nos meus jogadores um sentimento de frustração ao ouvir colegas de profissão dizer que o Vitória tinha razão, a pedir desculpa, que o Paços não teve culpa do que aconteceu. Tiveram um ato de fair-play para com os colegas de profissão», introduziu Domingos Paciência, enaltecendo o comportamento da sua equipa:
«Mesmo com 10 jogadores e um ponta de lança na baliza, podíamos ter feito o 2-3. Trabalhar toda a semana com profissionais exemplares e tirarem-nos do jogo... Foi isso que aconteceu, tiraram-nos deste jogo, é frustrante.»
Para o treinador dos sadinos, a expulsão de Ricardo Batista foi o lance determinante: «O que passou foi demasiado evidente e em nada beneficia o futebol. O jogo ficou estragado a partir desse momento, as coisas descambaram.»
«Sei que este árbitro [Luís Ferreira] tem um histórico com o Vitória. Em quatro jogos marcou contra nós seis grandes penalidades. É muita coisa. Na projeção que faço das partidas com os jogadores tive o cuidado de não falar sobre isso. O passado é o que é, mas fomos prejudicados em Vila do Conde, em Penafiel, em Paços, nesses jogos houve sempre expulsões. Não pedimos para ser beneficiados mas deixem-nos ao menos lutar pelo resultado!»
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