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sábado, 4 de outubro de 2014

Caso de Prince é alerta a árbitros


O episódio ocorrido com o futebolista Prince, do Rio Ave, no jogo com o Aalborg, da Liga Europa, servirá de alerta à comunidade médica desportiva, mas também aos árbitros. É que a UEFA divulgou, muito recentemente, novos procedimentos para os casos em que se suspeite da ocorrência de lesão na cabeça ou de concussão cerebral num atleta em competição, como foi a situação verificada na última quinta-feira.

No encontro de 18 de setembro último, ocorrido em Nyon (Suíça), o Comité Executivo da UEFA determinou que nos casos referidos os juízes devem seguir, a par das Leis do Jogo e das diretrizes da arbitragem, os procedimentos entretanto emanados da Comissão Médica da UEFA.

«Numa suspeita de concussão, o árbitro interrompe o jogo para permitir que o atleta lesionado seja assistido pelo médico, de acordo com a Lei 5 das Leis do Jogo do Comité Internacional do Futebol. Em princípio, esta interrupção não deve prolongar-se por mais de três minutos, a não ser que um incidente sério obrigue que o atleta seja tratado no relvado ou alvo de imobilização para imediato transporte ao hospital, em casos de lesão na coluna», pode ler-se no ponto 1 do comunicado 44 da UEFA, que acrescenta um segundo item: «O atleta que sofra uma lesão na cabeça e necessite de avaliação de potenciais concussões, apenas lhe será permitido continuar em jogo por específica confirmação da sua boa condição, transmitida pelo médico da equipa ao árbitro.» Estes dois procedimentos entraram em prática a 26 de setembro último.

Este tema foi abordado na edição de setembro da Revista de Medicina Desportiva, pelo médico Basil Ribeiro, responsável clínico do Rio Ave, emblema que Prince representa.


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