Confusão nas bancadas: V. Guimarães acusa polícia
Júlio Mendes, presidente do V. Guimarães, não calou a revolta com a atuação da Polícia de Segurança Pública (PSP) durante o jogo com o FC Porto, acusando aquela força de investir de forma indiscriminada sobre os adeptos da equipa minhota.
« O que se passou? Quero que me expliquem. Alguém tem de ser responsabilizadoComo é possível, numa bancada onde só estão adeptos de um clube, a ver o jogo de forma ordeira, a cantar, a dar cor e alegria ao jogo, começarem a ser carregados por trás pelas forças policiais?», questionou o dirigente, visivelmente indignado, adiantando que um dos responsáveis do clube pela ligação aos adeptos «levou um tiro com uma bala de borracha e foi agredido», quando estava «perfeitamente identificado e credenciado, pretendendo intervir, como é função dele».
« O que se passou? Quero que me expliquem. Alguém tem de ser responsabilizadoComo é possível, numa bancada onde só estão adeptos de um clube, a ver o jogo de forma ordeira, a cantar, a dar cor e alegria ao jogo, começarem a ser carregados por trás pelas forças policiais?», questionou o dirigente, visivelmente indignado, adiantando que um dos responsáveis do clube pela ligação aos adeptos «levou um tiro com uma bala de borracha e foi agredido», quando estava «perfeitamente identificado e credenciado, pretendendo intervir, como é função dele».
Júlio Mendes diz ainda que falou com um responsável da PSP que prometeu «apurar o que se estava a passar».
« Estávamos 25 mil pessoas a ver o que se estava a passar e ninguém percebia. O ministro da Defesa estava ao meu lado e não entendia o que se estava a passar. O presidente do FC Porto também não. Alguém tem de explicar. Não podem usar o chavão e dizer que são os desordeiros, é Guimarães. Não é nada disso. Isto é um exemplo do que as forças de segurança não podem fazer num recinto desportivo. Alguém tem de ser responsabilizado e vamos levar isto até às últimas consequências», frisou Júlio Mendes.
O presidente considera que este é um exemplo de como «as forças de segurança não devem agir num recinto desportivo».
O jogo com o FC Porto esteve interrompido durante cerca de sete minutos durante a primeira parte, quando o árbitro assistente deu indicações a Paulo Baptista que não estavam reunidas as condições de segurança para a partida prosseguir.
O jogo com o FC Porto esteve interrompido durante cerca de sete minutos durante a primeira parte, quando o árbitro assistente deu indicações a Paulo Baptista que não estavam reunidas as condições de segurança para a partida prosseguir.
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