FC Porto 2004/Barça 2006: Deco, Baía e Messi, reis da festa
O Mágico foi recebido com uma ovação tremenda
Viagem no túnel do tempo. Regressão enfeitiçada pelas memórias de Deco. E num ápice o relvado do Dragão é um punhado de momentos cristalizados na primeira década do século XXI. Que festa bonita!
Para que esta recuperação emocional de instantes fosse perfeita, só faltam mesmo as fisionomias de outrora. Jorge Andrade e Benni McCarthy, convidados especialíssimos, ostentam orgulhosas protuberâncias abdominais. Vitor Baía [tremenda ovação!] não disfarça, nem tem de o fazer, os cabelos brancos. Derlei já não é o Ninja que desaparece aqui para logo à frente reaparecer. Tudo o que faz, faz com cuidado.
Para que esta recuperação emocional de instantes fosse perfeita, só faltam mesmo as fisionomias de outrora. Jorge Andrade e Benni McCarthy, convidados especialíssimos, ostentam orgulhosas protuberâncias abdominais. Vitor Baía [tremenda ovação!] não disfarça, nem tem de o fazer, os cabelos brancos. Derlei já não é o Ninja que desaparece aqui para logo à frente reaparecer. Tudo o que faz, faz com cuidado.
Nada que atrapalhe uma tarde de emoções à flor da pele no Dragão. Leo Messi, cuja estreia na equipa do Barcelona foi feita precisamente neste estádio, dividiu os aplausos iniciais com o dono da cerimónia.
O povo do Porto gosta de Messi, sim, mas Deco é agora e sempre o senhor desta plateia. «Não há palavras para isto. Obrigado a todos pela vossa presença», disse o Mágico, microfone em punho. E o estádio explodiu: «Decoooo, Decoooo, Decooooo!»
As bancadas estão repletas, como se da discussão de um grande troféu se tratasse.
O povo do Porto gosta de Messi, sim, mas Deco é agora e sempre o senhor desta plateia. «Não há palavras para isto. Obrigado a todos pela vossa presença», disse o Mágico, microfone em punho. E o estádio explodiu: «Decoooo, Decoooo, Decooooo!»
As bancadas estão repletas, como se da discussão de um grande troféu se tratasse.
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