"FC Porto teve sempre grandes avançados"
O selecionador da Colômbia, José Pekerman, explicou a O JOGO a razão para o melhor marcador colombiano de 2014 não ser titular na seleção.
Quase a completar três anos à frente da seleção colombiana, o argentino José Pekerman tem acompanhado de perto a carreira de Jackson no FC Porto, jogador sobre quem falou a convite de O JOGO, ainda em Londres.
Apesar dos elogios, a verdade é que o ponta de lança portista não é titular na seleção da Colômbia, de pouco valendo ter sido o melhor goleador colombiano em 2014 (28 golos em 52 jogos, entre clube e seleção). "Não é fácil quando se tem avançados centro de tanto nível como temos neste momento. A titularidade não é garantida para ninguém. Quase todos têm estado a um bom nível nos seus clubes e variámos segundo as circunstâncias. Há jogadores que se complementam melhor do que outros e é preciso lembrar que os clubes jogam em diferentes sistemas táticos", disse Pekerman.
"O FC Porto teve sempre grandes avançados e um bom futebol, mas passou por diferentes etapas devido às matrizes, aos estilos, dos seus jogadores. Além disso, numa equipa trabalha-se continuamente para um jogador, para um avançado, e aqui, na seleção, são muitos. Talvez seja essa a grande dificuldade para o Jackson, para Bacca, para Téo, para Falcao, etc.", referiu, recordando a "enorme dificuldade" que sente em todos os jogos para escolher quem coloca no ataque. "Tenho de dar oportunidade a todos porque são excelentes jogadores e acrescentam muito à seleção. Ter três avançados que estão habituados a jogar dentro da área é impossível e dois já é difícil...", concluiu.
Apesar dos elogios, a verdade é que o ponta de lança portista não é titular na seleção da Colômbia, de pouco valendo ter sido o melhor goleador colombiano em 2014 (28 golos em 52 jogos, entre clube e seleção). "Não é fácil quando se tem avançados centro de tanto nível como temos neste momento. A titularidade não é garantida para ninguém. Quase todos têm estado a um bom nível nos seus clubes e variámos segundo as circunstâncias. Há jogadores que se complementam melhor do que outros e é preciso lembrar que os clubes jogam em diferentes sistemas táticos", disse Pekerman.
"O FC Porto teve sempre grandes avançados e um bom futebol, mas passou por diferentes etapas devido às matrizes, aos estilos, dos seus jogadores. Além disso, numa equipa trabalha-se continuamente para um jogador, para um avançado, e aqui, na seleção, são muitos. Talvez seja essa a grande dificuldade para o Jackson, para Bacca, para Téo, para Falcao, etc.", referiu, recordando a "enorme dificuldade" que sente em todos os jogos para escolher quem coloca no ataque. "Tenho de dar oportunidade a todos porque são excelentes jogadores e acrescentam muito à seleção. Ter três avançados que estão habituados a jogar dentro da área é impossível e dois já é difícil...", concluiu.
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