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sábado, 26 de julho de 2014

Deco foi mágico na despedida; FC Porto e Barcelona empataram (4-4)


Adeus a Deco: a crónica de um jogo especial

Um futebol de heróis, um futebol de memórias, uma noite linda 

21h51, noite de sexta-feira, 25 de julho de 2014. Deco abandona o relvado, investido de azul e branco. Faz uma vénia às bancadas, recebe uma ovação emocionada e emocionante. Terão sido os derradeiros segundos do Mágico em cima do tapete que o tornou tão especial.

Para trás ficara já a homenagem bonita e sincera do FC Porto. Uma festa de aposentação recheada de convidados digníssimos, verdadeiras pedras preciosas do futebol mundial. Uns mais valiosos do que outros, mas todos peças obrigatórias nas nossas recordações mais nostálgicas.

O FC Porto, por exemplo, reuniu praticamente o onze inicial da gloriosa final de Gelsenkirchen, em 2004. Só Carlos Alberto, no Brasil, não marcou presença. Deco foi dragão no primeiro tempo e blaugrana na segunda metade.  


O revivalismo fez-se em câmara lenta, naturalmente, para que todos os pormenores pudessem ser devidamente apreciados.

Derlei a finalizar à Ninja logo a abrir; Benni McCarthy, de barriguinha generosa, a falhar escandalosamente um cabeceamento e a redimir-se logo depois com um golaço; Jorge Costa e Pedro Emanuel durinhos como se tudo fosse a sério; Maniche a acelerar, Pedro Mendes a distribuir.

Mais FC Porto até ao intervalo, sim, mas com os catalães privados do génio fresquíssimo de Leo Messi.

O argentino só jogou a segunda parte e desequilibrou tudo a favor do Barça. Tudo normal. A cada arrancada e drible de Messi, a veterana defesa azul e branca punha a língua de fora e os rins sabe-se lá onde.

Num ápice, o resultado passou de 2-0 para 3-4, antes de Deco encerrar a contagem, já novamente de dragão ao peito: 4-4 no final, como se impõe em duelos desta estirpe.

Deco, ele próprio, marcara um dos golos do Barcelona. Pediu desculpa aos portistas pela heresia. Ninguém lhe levou a mal.

Futebol vintage, feito de heróis, para saborear de sorriso nos lábios e um aperto no peito. O tempo passa a correr e não espera por ninguém. Revivalismo para a alma da essência portista.  


EQUIPAS OFICIAIS:

FC PORTO: Vitor Baía; Paulo Ferreira, Jorge Costa, Pedro Emanuel e Nuno Valente; Maniche, Costinha, Deco e Pedro Mendes; Benni McCarthy e Derlei.

Jogaram ainda: Bruno Vale, Ricardo Carvalho, Ricardo Costa, Secretário, Jankauskas, Jorge Andrade, Sérgio Conceição, Rubens Júnior, Alenitchev, Ricardo Fernandes, Bruno Moraes e Mário Silva.
Treinador: Fernando Santos

BARCELONA: Jorquera; Belletti, Oleguer, Gerard e Sylvinho; Van Bommel, Davids e Van Bronckhorst; Gudjohnsen, Giuly e Ezquerro.

Jogaram ainda: Etoo, Leo Messi, Djalminha, Deco e Luizão.
Treinador: Henk ten Cate

GOLOS: Derlei, McCarthy, Jankauskas e Deco para o FC Porto; Etoo (2), Deco e Messi para o Barcelona.  



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