Ofertas, os trunfos no cofre e a redenção em Lviv
O FC Porto conquistou esta terça-feira na Ucrânia um precioso ponto, que vale, para já, a liderança do grupo H da Liga dos Campeões, num jogo de sofrimento e preserverança, em que os dragões poderiam ter conseguido a vitória, não fossem os erros defensivos.
Julen Lopetegui voltou a apostar na rotatividade da equipa. Com Oliver a regressar após lesão, Marcano subiu no terreno para fazer o papel de trinco, mas a maior surpresa foi a titularidade de Aboubakar para o lugar de Jackson, que ficou no banco.
A primeira parte do encontro foi pautada pelo equilíbrio. Ambas as equipas apostavam no ataque em velocidade para criar perigo. Aboubakar, Tello, e Brahimi, tentavam para o FC Porto. Srna, Tison, e Douglas Costa, eram os mais perigosos do Shakhtar.
Julen Lopetegui voltou a apostar na rotatividade da equipa. Com Oliver a regressar após lesão, Marcano subiu no terreno para fazer o papel de trinco, mas a maior surpresa foi a titularidade de Aboubakar para o lugar de Jackson, que ficou no banco.
A primeira parte do encontro foi pautada pelo equilíbrio. Ambas as equipas apostavam no ataque em velocidade para criar perigo. Aboubakar, Tello, e Brahimi, tentavam para o FC Porto. Srna, Tison, e Douglas Costa, eram os mais perigosos do Shakhtar.